Mercado bilionário recruta internautas

Setor joalheiro cresce, negocia R$ 3 bilhões em um ano, e abre novas oportunidades de negócio dentro e fora do Brasil.

Nero ensina usuários a gravar áudio em stream

A Nero AG, criadora da tecnologia de mídia líquida que pode ser usada em qualquer dispositivo, lançou um tutorial que ensina a gravar áudio em streaming.

Invenção do rádio é atribuída a brasileiro

O padre Landell de Moura, considerado o verdadeiro "pai" das telecomunicações teria sido o inventor do rádio, e não o físico italiano Guglielmo Marconi.

Onda de ataques phishing em curso

São Paulo - Uma onda de ataques phishing é esperada em janeiro de 2008 como resultado das compras no período de festas de fim de ano, de acordo com dados sazonais coletados pela SonicWALL, Inc. (NASDAQ: SNWL).  Em anos anteriores, a intensificação de tentativas de phishing e outros tipos de fraude online coincidiu com a chegada, na segunda e terceira semanas de janeiro, das faturas de cartão de crédito relativas a dezembro, e os prenúncios tradicionais estão ainda evidentes este ano, diz Andrew Klein, diretor da divisão de Segurança de E-mail da SonicWALL.

“Os phishers estão aprimorando seus ataques – analisando os comportamentos humanos e se inserindo com credibilidade no momento certo para aumentar as chances de uma fraude bem-sucedida”, diz Klein.  “De novembro a dezembro, época de presentear, pessoas que normalmente fazem poucas compras com cartão de crédito, passam a fazer muitas transações. Além do grande volume, as pessoas utilizam diferentes instrumentos financeiros e têm dificuldade para se lembrar de tudo que compraram e como pagaram. Quando as pessoas ficam em dúvida, tornam-se vulneráveis a trapaças, e é com isso que os cybercriminosos contam.”

Como preparativo para os ataques, nos meses de novembro e dezembro os criminosos coletam endereços de e-mail das potenciais vítimas de janeiro.  O spam tradicional cresceu ligeiramente no quatro trimestre de 2007, mas o que realmente aumentou foi o Directory Harvest Attack usado para descobrir endereços de e-mail, quase dobrando do terceiro para o quatro trimestre de 2007.  Com o aumento tremendo de Directory Harvest Attacks, o volume de e-mail indesejado – spam, vírus, fraude, ataque a diretório e ataque de negação de serviço – atingiu seu nível mais alto, correspondendo a quase 97% de todo o tráfego de e-mail, segundo estatísticas da SonicWALL.

O SonicWALL Email Security é projetado para proteger organizações contra spam, phishing, vírus, ataque a diretório e ataque de negação de serviço.  Esta proteção se aplica a e-mail enviado e recebido.  O SonicWALL Email Security protege de 10 a 100 mil caixas de entrada sob a forma do Email Security Appliance ou um software que pode ser instalado em um sistema Windows Server.

Feira de tecnologia em SP atrai 100 cias estrangeiras

A primeira edição da Feira Internacional de Tecnologia em Máquinas e Equipamentos Industriais - Techmei 2008, programada para de 14 a 18 de outubro, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, já nasce com sucesso garantido. A menos de um ano de sua realização, mais de cem empresas internacionais já garantiram participação.


Organizada pela AM3 Feiras e Promoções, que tem à frente os irmãos Caíto e Luís Augusto de Alcântara Machado, o evento conta com um pavilhão exclusivo para a Ásia, que estará representada por países como Japão, Taiwan, Coréia e China. Além desses, já reservaram espaço cerca de 20 empresas da Suíça, que trarão ao Brasil as últimas tecnologias em máquinas e equipamentos industriais.


Com investimentos de R$ 3 milhões, a expectativa da organização é levar mais de 300 expositores e 30 mil visitantes do Brasil e da América Latina ao evento.

Povo quer debater proposta da ONU sobre radio e tv

Brasília - Uma declaração com proposições sobre a diversidade da radiodifusão no mundo começa a ser discutida no Brasil. O documento, elaborado no mês passado por representantes da Organização das Nações Unidas (ONU) e Organização dos Estados Americanos (OEA), trata da diversidade dos meios de comunicação, das fontes de informação e do conteúdo divulgado.

Para a coordenadora do escritório brasileiro da organização não-governamental (ONG) Artigo 19, Paula Martins, comparado aos países mais avançados no setor, o Brasil está apenas no início do processo. “Estamos anos luz distantes de países como a Inglaterra, por exemplo, que há muitos anos tem um sistema público”, avalia Paula.

Segundo ela, a idéia é que a declaração sirva para orientar uma nova legislação na área de telecomunicações do país, de acordo com os padrões internacionais. O código geral de telecomunicações em vigor atualmente foi formulado em 1962 e não trata de temas como a digitalização e o sistema público de comunicação.

“A gente quer tentar influenciar para que a legislação siga os padrões internacionais na interpretação daquilo que está na declaração. Isso envolve vários subtemas, como a própria legislação ligada às rádios comunitárias, como se dará a expansão da digitalização, a questão da interatividade da TV Digital, e a própria criação de um sistema público de televisão no Brasil".

A coordenadora disse que a declaração está sendo discutida com a sociedade civil e o próximo passo é apresentá-la ao Ministério das Comunicações. “Temos estudado como apresentar isso ao governo, como fazer isso no momento propício para que tenhamos uma reunião e um encaminhamento das propostas que estão aqui". 

O especialista Joaquim Carlos Carvalho, ex-coordenador jurídico da Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária (Abraço), reclama que, além do problema da legislação, o processo de concessão é lento. Ele diz que a legislação é restritiva e a fiscalização beneficia o monopólio, além de não haver controle sobre os processos de permissão de novas rádios e renovação das autorizações.

“O Brasil continua o caos nessa área, beneficiando o monopólio e o oligopólio das comunicações e os grandes grupos. Enquanto isso as rádios comunitárias são reprimidas, são fechadas, as pessoas continuam sendo presas e não se cria nenhum mecanismo para agilizar os processos de outorga".

Segundo Carvalho, existem hoje em território nacional cerca de três mil rádios comunitárias outorgadas. Entretanto, outras 15 mil funcionam sem a autorização do governo. Isso porque muitas cidades ainda não têm permissão para o funcionamento de uma rádio comunitária. "Mais de 50% dos municípios brasileiros não tiveram direito a rádio outorgada”, afirmou o especialista.

A Conferência Nacional de Comunicação para discutir uma nova lei de radiodifusão, que teve sua importância levantada na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, havia sido prometida para este ano, mas até o momento não há uma data oficial para o evento.


Fonte: Agência Brasil
(Reportagem: Danilo Macedo)

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