Mercado bilionário recruta internautas

Setor joalheiro cresce, negocia R$ 3 bilhões em um ano, e abre novas oportunidades de negócio dentro e fora do Brasil.

Nero ensina usuários a gravar áudio em stream

A Nero AG, criadora da tecnologia de mídia líquida que pode ser usada em qualquer dispositivo, lançou um tutorial que ensina a gravar áudio em streaming.

Invenção do rádio é atribuída a brasileiro

O padre Landell de Moura, considerado o verdadeiro "pai" das telecomunicações teria sido o inventor do rádio, e não o físico italiano Guglielmo Marconi.

Discriminação afasta mulheres do meio científico

Preocupado com o baixo índice de mulheres em profissões que requerem mais ousadia e inovação, o governo colocou como meta, qualificar, até 2014, meio milhão de professores nas questões de gênero e diversidade.

De acordo com a ministra Iriny Lopes, da Secretaria Especial de Políticas para Mulheres (SEPM) órgão ligado à Presidência da República, a decisão tem o intuito de iniciar uma mudança cultural a longo prazo, que tenha reflexos na condição da mulher no mercado de trabalho.

“Uma das nossas metas é chegar em 2014 com meio milhão de professores formados em gênero e diversidade, um programa que está sendo coordenado pelo Ministério da Educação. Temos que dar escala a essa formação e melhorar as condições para trabalhar a autonomia das mulheres”, enfatizou a ministra que logo que assumiu a SEPM, se surpreendeu com os dados de gênero revelados pelas Olimpíadas de Matemática.

Participação feminina
Uma observação feita pela própria idealizadora e coordenadora da competição, Suely Druck, demonstrou que nas séries iniciais, a participação de meninas é praticamente igual à dos meninos. 

Já nas séries mais adiantadas, o percentual de meninas participando da competição nacional cai drasticamente. “O que acontece é que elas são direcionadas para outros focos, que não a matemática. Como a matemática é uma ciência exata, ela é mãe da engenharia, da física, da química e outros espaços científicos, onde predominam os homens”, considera a ministra.

“Esse direcionamento é feito pela família e também pela escola. As meninas vão, aos poucos, migrando para as áreas de assistência social, educação. Tudo que trata da área de cuidar do outro. Ficam com os meninos as áreas de mais ousadia e inovação. Isso é parte da explicação do porquê temos tão poucas mulheres cientistas”, destaca Iriny.

“Tomei conhecimento de um dado e nós vamos trabalhar com isso. Nós temos um protocolo assinado com o governo americano para desenvolvermos ações no sentido de enfrentar a discriminação das mulheres no meio científico e tecnológico. Por que não há produção com um olhar de gênero nas universidades? Por que a presença de cientistas mulheres é tão baixa? Por que temos tão poucas mulheres em cargos de direção de institutos tecnológicos e de pesquisa científica no Brasil?”, questiona a ministra.

Cultura ultrapassada
Um caso emblemático dessa cultura foi o lançamento, em 1968, da primeira boneca Barbie que falava. Uma das frases da sequência repetida pela boneca era “eu odeio matemática”.

“Sem uma mudança de cultura, não adianta ter Lei Maria da Penha cumprida integralmente, não adianta ter equidade de gênero cumprida integralmente, se não se prepara as futuras gerações para outras posturas. Quando falamos em escola, não queremos falar somente em vagas para mulheres estudarem, até porque, hoje temos a maioria de mulheres com maior tempo de estudos do que os homens”, destacou a ministra.

Menor valorização
A Síntese de Indicadores Sociais (SIS) 2010, que busca fazer uma análise das condições de vida no país, tendo como principal fonte de informações a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2009, demonstrou que, mesmo mais escolarizadas que os homens, o rendimento médio das mulheres continua inferior ao dos homens. As mulheres ocupadas ganham em média 70,7% do que recebem os homens. A situação se agrava quando ambos têm 12 anos ou mais de estudo. Nesse caso, o rendimento delas é 58% do deles.

“O maior nível de escolaridade não fez todos iguais no mercado de trabalho nem fez com que os salários fossem iguais entre homens e mulheres para as mesmas funções. Infelizmente isso [o maior nível de escolaridade] não serviu no Brasil para alçar as mulheres a cargos de poder, de decisão, de chefia”, destaca Iriny.

De acordo com a Pnad, as mulheres trabalham em média menos horas semanais (36,5) que os homens (43,9), mas, em compensação, mesmo ocupadas fora de casa, ainda são as principais responsáveis pelos afazeres domésticos, dedicando em média 22 horas por semana a essas atividades contra 9,5 horas dos homens ocupados.


Fonte: Agência Brasil

Assespro-RJ receia apagão de mão de obra

Cláudio Neves


A Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia, Software e Internet do Rio de Janeiro (Assespro-RJ), iniciou recentemente na internet um debate sobre questões envolvendo a TI carioca através da rede social Linkedin.

Um dos temas mais recorrentes entre profissionais e empresários do ramo, tem sido a preocupante carência de mão-de-obra qualificada. Conforme pode ser observado nos comentários, teme-se um verdadeiro apagão nos quadros das players de TI.

Opiniões
Entre os problemas mais comuns, a educação formal deficiente e os salários inflacionados em algumas áreas, são apontados como fatores a serem corrigidos. No entanto, várias pessoas concordam que em parte existe falta de criatividade nos Recursos Humanos.

Na opinião de alguns os 'RHs' ainda contratam dando importância excessiva a idade, sexo, local onde a pessoal reside, o nome da instituição onde estudou, e ao horário de trabalho rígido. "Conhecimento e capacidade não se enquadram nesses paradigmas. Muita gente boa é desperdiçada com isso, e pior, gente ruim que se encaixa nos padrões é contratada, gerando um ciclo vicioso difícil de ser quebrado", afirma um dos debatedores.

Por outro lado alguns empresários dizem que os profissionais hoje procuram uma abrangência de especializações e poucos são os que direcionam seus conhecimentos para um determinada área de mercado.

Outra reclamação comum diz respeito aos currículos. De acordo com  membros do fórum, em vários processos de contratação os candidatos não tinham a menor idéia do que era pedido no anúncio, tornando a seleção demorada, trabalhosa e sem êxito no preenchimento da vaga.

Mas há quem pense o contrário. Entre os que buscam uma posição no mercado de trabalho existe os que veem a remuneração deteriorada, não compatível com os requisitos solicitados para o cargo.   

Esses são apenas alguns exemplos de como o debate em torno da qualificação vem esquentando nos fóruns da Assespro-RJ. Além desse, vem sendo discutido também o Planejamento Estratégico para 2011 dentro da organização e a constituição de uma Central de Marketing Social, a qual receberá apoio para o monitoramento e uso efetivo das redes sociais.

Aos interessados em participar a entidade mantém dois grupos. Um deles aberto ao público em geral, e outro exclusivo para associados da Assespro-RJ.

Link aberto ao público:
www.linkedin.com/groups/AssesproRJ-TI-do-RJ-3787557?mostPopular=&gid=3787557

Link para associados:
www.linkedin.com/gro ups?gid=3752849



Fonte: Assespro-Direto, n° 803, de 04 a 10 de março de 2011.

Cientista da NASA diz ter encontrado vida extraterrestre em meteorito

Cientista da NASA diz ter encontrado vida extraterrestre em meteorito: "Até o momento, o mundo aguarda pronunciamento oficial da NASA, ao contrário do que sempre faz, mesmo no caso de descobertas não tão significativas."

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