Mercado bilionário recruta internautas

Setor joalheiro cresce, negocia R$ 3 bilhões em um ano, e abre novas oportunidades de negócio dentro e fora do Brasil.

Nero ensina usuários a gravar áudio em stream

A Nero AG, criadora da tecnologia de mídia líquida que pode ser usada em qualquer dispositivo, lançou um tutorial que ensina a gravar áudio em streaming.

Invenção do rádio é atribuída a brasileiro

O padre Landell de Moura, considerado o verdadeiro "pai" das telecomunicações teria sido o inventor do rádio, e não o físico italiano Guglielmo Marconi.

Inscrições abertas para encontro de e-commerce

Cláudio Neves

O Sebrae Goiás, em parceria com a empresa Upalupa e outros patrocinadores irão realizar o 1°BPCommerce de Goiânia (bate-papo sobre comércio eletrônico), nesta terça, 15 março, no Clube de Diretores Lojistas da capital goiana.

O evento é gratuito e pensando em formar uma rede de empreendedores interessados no assunto, Lígia Dutra (idealizadora e coordenadora do encontro), vem estimulando conversas e trocas de idéias sobre e-commerce em diversas cidades.

A rede é responsável por promover eventos desde 2008 e alcançou a sua 34ª edição em São Paulo, no mês passado. Durante todo o ano de 2010 agregou várias cidades pelo Brasil. A 1°edição, fora do território paulista, aconteceu em Salvador no início de 2011, seguida por Recife e agora, em Goiânia.


Programação
A programação incluirá duas palestras, logo depois serão formados grupos onde todos discutirão, de forma colaborativa, como melhorar seus projetos.

O serviço será o seguinte:

18h30 Boas vindas
18h40 "E-commerce e redes sociais: o jeito brasileiro de fazer o link entre o real e o virtual" - Lígia Dutra (@upalupa)
19h10 Pausa
19h20 "Case de Sucesso do byMK" - Renato Steinberg (@renatost)
19h50 Coffee
20h20 Grupos de Bate Papo
21h30 Término.

As inscrições podem ser feitas através do link goo.gl/Q75Z7. O evento será realizado, dia 15/03, a partir das 18h30, no Clube de Diretores Lojistas de Goiânia (CDL), à Rua 08, nº 626 - Setor Oeste. Encontre esse endereço no mapa.

Endeavour levará detector de antimatéria ao espaço

Endeavour levará detector de antimatéria ao espaço: "Este laboratório inédito fará pesquisas tão significativas que os cientistas o chamam de LHC do espaço."

Discriminação afasta mulheres do meio científico

Preocupado com o baixo índice de mulheres em profissões que requerem mais ousadia e inovação, o governo colocou como meta, qualificar, até 2014, meio milhão de professores nas questões de gênero e diversidade.

De acordo com a ministra Iriny Lopes, da Secretaria Especial de Políticas para Mulheres (SEPM) órgão ligado à Presidência da República, a decisão tem o intuito de iniciar uma mudança cultural a longo prazo, que tenha reflexos na condição da mulher no mercado de trabalho.

“Uma das nossas metas é chegar em 2014 com meio milhão de professores formados em gênero e diversidade, um programa que está sendo coordenado pelo Ministério da Educação. Temos que dar escala a essa formação e melhorar as condições para trabalhar a autonomia das mulheres”, enfatizou a ministra que logo que assumiu a SEPM, se surpreendeu com os dados de gênero revelados pelas Olimpíadas de Matemática.

Participação feminina
Uma observação feita pela própria idealizadora e coordenadora da competição, Suely Druck, demonstrou que nas séries iniciais, a participação de meninas é praticamente igual à dos meninos. 

Já nas séries mais adiantadas, o percentual de meninas participando da competição nacional cai drasticamente. “O que acontece é que elas são direcionadas para outros focos, que não a matemática. Como a matemática é uma ciência exata, ela é mãe da engenharia, da física, da química e outros espaços científicos, onde predominam os homens”, considera a ministra.

“Esse direcionamento é feito pela família e também pela escola. As meninas vão, aos poucos, migrando para as áreas de assistência social, educação. Tudo que trata da área de cuidar do outro. Ficam com os meninos as áreas de mais ousadia e inovação. Isso é parte da explicação do porquê temos tão poucas mulheres cientistas”, destaca Iriny.

“Tomei conhecimento de um dado e nós vamos trabalhar com isso. Nós temos um protocolo assinado com o governo americano para desenvolvermos ações no sentido de enfrentar a discriminação das mulheres no meio científico e tecnológico. Por que não há produção com um olhar de gênero nas universidades? Por que a presença de cientistas mulheres é tão baixa? Por que temos tão poucas mulheres em cargos de direção de institutos tecnológicos e de pesquisa científica no Brasil?”, questiona a ministra.

Cultura ultrapassada
Um caso emblemático dessa cultura foi o lançamento, em 1968, da primeira boneca Barbie que falava. Uma das frases da sequência repetida pela boneca era “eu odeio matemática”.

“Sem uma mudança de cultura, não adianta ter Lei Maria da Penha cumprida integralmente, não adianta ter equidade de gênero cumprida integralmente, se não se prepara as futuras gerações para outras posturas. Quando falamos em escola, não queremos falar somente em vagas para mulheres estudarem, até porque, hoje temos a maioria de mulheres com maior tempo de estudos do que os homens”, destacou a ministra.

Menor valorização
A Síntese de Indicadores Sociais (SIS) 2010, que busca fazer uma análise das condições de vida no país, tendo como principal fonte de informações a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2009, demonstrou que, mesmo mais escolarizadas que os homens, o rendimento médio das mulheres continua inferior ao dos homens. As mulheres ocupadas ganham em média 70,7% do que recebem os homens. A situação se agrava quando ambos têm 12 anos ou mais de estudo. Nesse caso, o rendimento delas é 58% do deles.

“O maior nível de escolaridade não fez todos iguais no mercado de trabalho nem fez com que os salários fossem iguais entre homens e mulheres para as mesmas funções. Infelizmente isso [o maior nível de escolaridade] não serviu no Brasil para alçar as mulheres a cargos de poder, de decisão, de chefia”, destaca Iriny.

De acordo com a Pnad, as mulheres trabalham em média menos horas semanais (36,5) que os homens (43,9), mas, em compensação, mesmo ocupadas fora de casa, ainda são as principais responsáveis pelos afazeres domésticos, dedicando em média 22 horas por semana a essas atividades contra 9,5 horas dos homens ocupados.


Fonte: Agência Brasil

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